021: Se esconder também é exaustivo
A maioria só conhece a visibilidade que drena.
Existe uma versão da visibilidade que te esgota. E uma versão que parece como chegar em casa.
A maioria das pessoas que constrói um negócio só conhece a primeira.
Se você está construindo online, precisa ser visto para que as pessoas certas te encontrem. Não existe uma receita única pra isso, e há muitos caminhos possíveis. Mas em todo caminho, a visibilidade nos desafia de formas diferentes.
Na aula de Radiant Flow da semana passada, tentamos experienciar a visibilidade a partir da neutralidade. Porque assim como tudo na vida, a gente dá uma carga às coisas com base nas próprias experiências.
A visibilidade, por si só, não é boa nem ruim, assim como o dinheiro. Ela carrega o significado que você dá a ela.
Mas ela chega diferente em cada um de nós, dependendo de como a percebemos. E com base nisso, a gente age ou não.
Duas formas de enxergar a visibilidade
Do ponto de vista do negócio, visibilidade é a sua capacidade de ser visto para que as pessoas saibam que você existe e pode resolver um problema que elas têm.
Do ponto de vista espiritual, visibilidade é uma qualidade natural da sua alma.
A sua alma não veio aqui pra se esconder. Ela veio pra tornar a luz visível através de você, através do seu corpo, através de tudo que você cria. Essa é a visibilidade na sua forma mais pura.
Então o que é ser visível, senão o ato de voltar pra si mesmo e deixar alguém testemunhar isso?
Ser visível não é performance. Pode ser executado a partir desse lugar. Mas quando você encontra a sua música por dentro, você quer que outros a experienciem. Não vem da força nem da necessidade.
Vem do desejo de se experienciar naturalmente, sem proteção, sem defesas.
O problema: essas duas perspectivas raramente se encontram
“Se eu quero um negócio, eu preciso de…” — e aí vem uma lista enorme de coisas que você deveria fazer.
É por isso que muita gente com dons incríveis nunca constrói de verdade. Elas se recusam a jogar o jogo da performance que as pessoas bem-sucedidas parecem estar jogando.
Mas e se você pudesse ter um negócio de sucesso e ainda operar a partir da energia de chegar-em-casa da visibilidade? E se você pudesse ser consistente, disciplinado, construir algo real sem precisar forçar ou provar nada?
A visibilidade não muda quando entra no mundo dos negócios. Ela é desafiada. Pela carga que está no campo. Por todos os “você precisa”, “você deveria”, “é assim que se faz” que aparecem por aí.
Você, como criador, pode escolher: quer experienciar a visibilidade como performance, ou como uma qualidade natural do seu ser?
Um Sacred Business é onde as duas versões finalmente se encontram
Onde ser encontrado pelas pessoas certas e se sentir em casa dentro de si mesmo não são duas coisas separadas. São o mesmo movimento.
Você não está comprometido a postar nas redes sociais três vezes por dia. Você está comprometido com a sua própria luz. E isso muda tudo.
Se esconder também não é a resposta
Se esconder carrega a mesma energia exaustiva da performance. Nos dois casos, você não está fluindo, você está se protegendo.
No esconder, você protege a sua luz de ser experienciada por muitos. Na performance, você também a protege, sendo visto apenas pela lente que você acha que o mundo vai aceitar.
Os dois te drenam.
O que a gente realmente quer é voltar pra si mesmo. Abrir o coração e servir. Ajudar os outros a partir desse lugar.
Estou aprendendo que ser visto, pra mim, é deixar mais da minha luz brilhar. E quando faço isso, algo inesperado acontece: consigo enxergar essa luz com mais clareza nos outros também. Isso parece leveza. Abertura. Estar vivo.
O seu negócio merece essa versão de você.
E a sua alma merece um negócio que sirva como um recipiente para que a sua luz seja vista.
Com amor,
Carolina
Publicações que valem o seu tempo
Gabi Fagundes com a publicação: O que voce veio criar?
Encontrei essa publicação essa semana e ela encheu meu coração! A Gabi fala sobre criatividade numa linguagem super gostosa e leve, trazendo questões profundas da nossa alma.
O próprio nome da publicação já é um indagar profundo: a gente veio aqui pra criar, não pra sobreviver. E se você nunca parou pra refletir sobre isso, talvez seja hora.
Aquela sensação de estar viva, de tesão pela vida, vem na descoberta dessa pergunta.
Recomendo!
Motivos pra celebrar
Josh Woll no Brasil!
Essa semana tivemos nosso primeiro cliente voando até a Cidade Maravilhosa para uma sessão de Colapsando o Tempo.
Josh Woll, criador do Sober Creative, traz muita consciência sobre o uso do álcool e como ele afeta a nossa criatividade não só no trabalho que fazemos, mas na nossa essência de criar a nossa própria realidade.
Em dois dias a gente produz mais do que às vezes uma pessoa faz em um ano. É sobre os detalhes: ajuste de rota, auditar e corrigir pequenas coisas que fazem uma diferença gigante.
Às vezes a gente fica olhando estrategicamente para a “big picture” e esquece de reavaliar a fundação.
Adoro o mundo online e todo o nosso negócio é construído em cima disso — mas ter eventos ao vivo faz meu coração cantar.
Celebrando esse encontro aqui.
Pronto pra ir além da leitura? O Servir & Receber é um programa de 7 dias onde a gente trabalha juntos clareza de valor, comunicação e as bases do seu negócio.
E se você fala inglês, nossa publicação Sacred Business Flow pode te interessar — é uma ótima forma de ampliar sua visão e expandir seu network fora do Brasil.





